Acredito que conceitos da física podem ser aplicados em “N” áreas, inclusive no que se tange educação espiritual, pois se for necessário compreender física para se autoaprimorar à ponto de viver uma jornada na fisicalidade com mais consciência, que seja.

Sigo os ensinamentos dos Mestres

e trabalho para ser um com eles.

Após um período de grandes dificuldades, escolhi me internalizar.

Esse caminho me levou primeiro aos estudos espirituais e, posteriormente, à ciência, por consequência, comecei a enxergar uma ponte entre a didática entre experiência da consciência e o universo científico. O que começou como busca espiritual evoluiu para uma investigação séria sobre luz, informação e a unidade fundamental da realidade, tendo como base a física, o que para os mais céticos e carentes de raciocínio abstrato seria um "absurdo".

Nos grupos de estudos que frequentei, cercado por acadêmicos, pesquisadores e terapeutas renomados, percebi que eu era um dos poucos que carregava a experiência concreta do lado mais duro da vida. Vim de uma família demasiadamente desestruturada; um pai que não teve pai e foi criado por duas mulheres, que desenvolveu problemas com vício e depressão, e se suicidou eu tinha 12 anos, uma mãe analfabeta que se sacrificou para me criar e aturar os problemas do meu pai, e um padrasto estrangeiro com comportamentos e paradigmas racistas, narcísicos e instáveis. Essa origem me impôs um atraso significativo no desenvolvimento. Precisei me esforçar muito mais que a média para compreender o que outros assimilam naturalmente na infância.

Por outro lado, essa mesma limitação se transformou em combustível. Depois de um tempo, com uma condição financeira mais estável, decidi correr atrás do prejuízo. As dificuldades que enfrentei me impulsionaram a buscar respostas profundas sobre a realidade, respostas que muitos preferem não questionar. O que começou na espiritualidade me conduziu a estudos científicos mais rigorosos, especialmente em física, eletromagnetismo e teoria da informação.